Ana Valquaresma (1996) é uma artista plástica provinciana, por atavismo ou vocação.
A sua prática artística tenta esgotar o maior número possível de direcções processuais, recorrendo ao bi e ao tridimensional, num processo encadeado que se vai desenvolvendo a partir daquilo que gera. Assim, através de técnicas imputadas a áreas distintas, como o desenho, a tecelagem, a escultura e a cerâmica, os projectos surgem numa relação rizomática e hipertextual, movendo-se em torno do que é periférico e tido como banal, restituindo-lhe relevância.